Cocktail Lapacho (Pau d'Arco) 20 ampolas

 Anemia. Úlceras. Infecções.

Preço: 19,70
-10%
17,73€

 Apresentação

20 ampolas bebíveis de 10 ml – 200 ml

Ingredientes

  • Pau d’Arco; 
  • agentes de transporte: Frutose, Glicerina; corante: Caramelo; 
  • agente detransporte: Etanol; conservante: Metilparabeno.

Informação nutricional

2 ampolas contêm:

  • Pau d'Árco - 5000 mg

Conselhos de utilização

Diluir o conteúdo de 1 ampola num copo com água e tomar após a refeição, 2 vezes por dia.

Recomendação de uso

Anemia. Úlceras. Infecções.

Tipo de acção

Imunoprotectora. Cicatrizante.

Informação complementar

Desde há vários séculos que os índios da Amazónia têm utilizado a infusão ou macerado da casca interna de árvores do género Tabebuia como tratamento para os mais variados fins medicinais. Estas árvores têm diferentes designações populares incluindo Lapacho na Argentina, Pau D’Arco ou Ipé Roxo no Brasil e Taheebo noutras regiões. As tribos Guarani, Tupi-Nambo e Callawaya ainda hoje utilizam este remédio da sua medicina tradicional para várias doenças incluindo o cancro. As várias espécies do género Tabebuia, sendo as mais destacadas pelas concentrações em princípios activos a T.Heptaphylla e T.imp, são árvores resistentes e que crescem no seu habitat natural até uma altura superior a 30 metros, sendo uma das espécies vegetais resistentes ao crescimento de fungos. Encontram-se facilmente numerosos exemplares desta espécie medicinal na América do Sul e Central, México e Bahamas, sendo contudo principalmente na Argentina e no Brasil que se encontra o maior número de árvores de Pau D’Arco. Para a grande maioria dos herbalistas Europeus esta espécie era praticamente ignorada, até que nos últimos anos um grande reconhecimento popular impulsionou não só o seu uso como também um estudo mais detalhado. Mesmo assim existem algumas dúvidas principalmente entre taxonomistas e herbalistas, quanto à identificação e uso das várias espécies. Existem mais de duas dezenas de espécies do género Tabebuia que habitualmente são identificadas pela configuração das suas folhas e pela cor das flores que variam entre o vermelho, rosa, amarelo e violeta. Para
fins medicinais preferem-se as variedades com flores rosa, violeta e vermelhas, sendo as espécies de flores amarelas consideradas como inferiores (o que é confirmado em
estudos de farmacognósia, relativamente à concentração de princípios activos). Considera-se que a espécie T. Heptaphylla é a principal espécie para fins medicinais. O produto usado para fins medicinais (parte interna da casca) é recolhido através de remoção da casca de baixo para cima até à altura de aproximadamente 1,80m. A parte interna da casca deverá depois ser separada do resto, sendo esta uma operação manual e de execução árdua.

Composição Química:

O Prof. Theodoro Meyer da Universidade Nacional de Tucuman na Argentina foi o primeiro investigador a interessar-se em estudar a composição química desta espécie vegetal. Assim, nos finais dos anos 60 foi isolada o Lapachol (também designado por lapachona), que revelou possuir propriedades anti-maláricas (14). Esta substância, uma naftoquinona, tem actividade anti-tumoral, e os estudos conduzidos pela Sociedade Americana de Cancro no National Health Institutes dos E.U.A, apesar de confirmarem esta actuação in vitro, mostraram que as naftoquinonas separadas e isoladas têm uma acção reduzida. Convém contudo recordar que a infusão de Pau D’Arco contém aproximadamente 16 naftoquinonas na sua composição, para além de outras substâncias, e que um possível efeito sinergistico poderá explicar os vários casos de remissão tumoral descritos em vários países. Estudos efectuados mais tarde mostraram que o Lapachol e quinonas similares reduziam consideravelmente a actividade biológica das células tumorais e estes resultados forma confirmados em experimentação com animais (10,16). Outros estudos mostraram que outras quinonas encontradas no Pau D’Arco (alfa-lapachol e dehidro-alfa-lapachol) aumentavam a
sensibilidade das células tumorais à radioterapia evitando que estas células reparassem o seu DNA danificado pela radiação (2,3,6,7). Baseado em estudos animais efectuados em ratos que mostravam um efeito antitumoral significativo, foi aprovada em 1974 a experimentação oral em humanos, sendo que esta foi efectuada com doses muito elevadas de Lapachol (substância isolada) e não com a infusão tradicionalmente usada. Uma investigação mais detalhada confirmou posteriormente que doses elevadas de Lapachol (isolado e em doses não existentes na infusão) interferem com o metabolismo da vitamina K. No entanto estas acções não foram observadas na infusão de Pau d’Arco, sendo esta considerada inócua e isenta de toxicidade. Para além do Lapachol, foram já isoladas e descritas mais de 16 quinonas, para além de taninos, pseudo-taninos e saponinas (entre as quais o Beta-Sitosterol). Uma outra substância isolada e descrita a partir do extracto de Pau D’Arco é a Xiloidina com propriedades naturais como antibiótico e anti-viral.

Acções Medicinais:

Apesar desta controvérsia são muitos os registos de curas atribuídas ao Pau D’Arco, por vezes relatadas por alguns médicos como é o caso dos Drs. Prats Ruiz e Orlando dei Santi que publicaram relatórios com remissões totais em doentes em situação terminal por doenças oncológicas (1,14). Menos controversa é a acção astringente e antifúngica, que se atribui ao Lapacho, e que se deve à sua riqueza em taninos. Por esta razão o Lapacho tem uma aplicação medicinal no caso de infecções por fungos nomeadamente no caso da Candidíase, sendo possível obter uma potente acção anti-fúngica. Combinando as várias acções medicinais com a acção astringente, facilmente se explica a utilização tradicional também desta planta em tratamentos de doenças especialmente infecções dérmicas, abcessos, eczema, psoríase, hemorróidas e tumores da pele. O Lapacho é também recomendado tradicionalmente como depurador sanguíneo e para úlceras gastro-intestinais, apesar da sua grande popularidade no tratamento das leucemias e doenças tumorais em geral. Outras aplicações na medicina tradicional são como diurético, anti-pirético, anti-reumatismal, anti-herpético e no tratamento de infecções sistémicas a fungos e vírus.

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